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Quando eu fui office-boy de zona rsrsrsrs

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  Em 1966/67, com seis para sete anos, ajudava meu tio nos seus ‘negócios’... Ele atuava como camelô durante o dia e, à noite, era porteiro de uma ‘casa de tolerância’, como diziam à época, o que hoje chamamos de bordel, zona ou “inferninho”. Pois bem, o tio era o Antônio Bicalho, ou Tio Bicalho, para nós sobrinhos. Ele era uma figura. Gostava de se denominar como “Bicalho, o dono do mundo!”  Meio trambiqueiro, único filho homem de uma família de 10 ‘meninas’, que perdeu o pai ainda jovem e teve que se virar na vida. Vivia uns tempos na casa de cada uma das irmãs, fazendo rodízio, quando sentia que estava ‘incomodando’, como dizia. Gostava mais de ficar lá em casa e na casa da outra irmã, a Tia Derli, que era ao lado da nossa. Ali, tinha até alguns cavalos: Mimoso e a égua Garrincha, que vendeu pra mim e depois levou com ele rsrsrsrs. Eu ia com ele, após o almoço, para o centro de Belo Horizonte, ajudar na tarefa de camelô que ele exercia, vendendo pão de queijo ou mexerica,...